Aprendizes atuam na preservação da memória institucional

Fundação Salvador Arena


Em junho, os integrantes do Programa de Aprendizagem participaram da atividade “O Aprendiz como agente de memória”, voltada à preservação da memória dentro da instituição. A ação foi conduzida pelo CDMR – Centro de Documentação, Memória e Referência, em parceria com a Biblioteca do Centro Educacional, e teve como propósito envolver os jovens em um exercício prático de resgate histórico, levando-os a refletir sobre o que consideram importante registrar para as próximas gerações.

Preservação da memória

Metodologia de História Oral orienta o trabalho dos aprendizes

Antes de partir para a prática, os jovens foram apresentados aos conceitos e à metodologia da História Oral, técnica amplamente utilizada em projetos de preservação da memória por meio de relatos pessoais. Esse primeiro contato serviu de base teórica para a etapa seguinte, quando os aprendizes precisariam elaborar perguntas relevantes para um registro histórico consistente.

Organizados em grupos, os participantes formularam questões que consideraram essenciais para as entrevistas, pensando em como extrair informações significativas sobre trajetórias profissionais e vivências dentro do Programa de Aprendizagem. Essa etapa colaborativa exigiu que os jovens refletissem sobre quais perguntas realmente revelariam aspectos importantes da história da instituição.

Entrevistas revelam trajetórias de ex-aprendizes na instituição

Com as perguntas definidas, os aprendizes tiveram a oportunidade de entrevistar três ex-participantes do Programa que hoje atuam como funcionários da Fundação Salvador Arena. Jefferson Bueno, formado em 2012, atualmente trabalha no setor de Vergalhão da Termomecânica. Pedro Yhan, do Almoxarifado, concluiu o programa em 2018, enquanto Vinicius Selarin, formado em 2015, hoje integra a equipe de Infraestrutura do Centro Educacional.

Cada grupo escolheu um representante para conduzir as perguntas ao entrevistado, e todo o diálogo foi registrado em vídeo. O material captado será posteriormente transcrito e arquivado pelo CDMR, garantindo que essas histórias fiquem documentadas e acessíveis para consultas futuras, consolidando o compromisso da instituição com a preservação da memória.

Reflexão sobre legado marca o encerramento da atividade

Ao final do processo, a atividade proporcionou um momento de reflexão coletiva entre os aprendizes. Além de compreenderem a subjetividade e a experiência humana como fontes legítimas de informação histórica, os jovens foram convidados a pensar sobre o próprio legado: que marcas eles gostariam de deixar na Fundação Salvador Arena. Essa conexão entre passado e futuro reforça o papel formativo do Programa de Aprendizagem, que vai além da capacitação técnica e estimula o desenvolvimento de valores como pertencimento, protagonismo e valorização da história institucional.

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